Arapuca, de Leticia AU – #textosdosleitores

Olá!

Hoje iniciamos a série “Textos dos leitores”. O intuito é compartilhar textos variados de escritores/leitores em geral.

Para isso, basta nos enviar por email (sac@ciadoebook.com.br) o seu arquivo em Word ou PDF, ou pelo nosso Facebook.

Vamos juntos lutar pela disseminação das obras nacionais.


Cia do eBook lança seu primeiro romance traduzido

Jeb matou homens na guerra e ganhou medalhas por isso. Havia batalha em que ele matava dez ou mais em um único dia, mas agora que resgatou a garota e matou três homens, não havia medalhas. Não havia nenhum tipo de honra. Agora ele era um fora da lei.

Procurados – Vivos ou Mortos (A Bullet For Two), do escritor norte-americano Robert Strzalko, é o novo lançamento da Editora Cia do eBook. Vencedor, na categoria Faroeste, do prêmio Pinnacle Book Achievement, concurso literário realizado pela Associação Nacional de Empresários do Livro dos Estados Unidos (NABE), Procurados é o primeiro livro traduzido pela editora.

Estamos ansiosos com o lançamento da obra. Trabalhamos nela com carinho e dedicação, e sua publicação reforça nossa marca e posição no mercado, mostrando que o livro digital é tão importante quanto o livro tradicional”, declarou Fabricio Hersoguenrath, diretor-executivo da empresa.

Aparelhos para leitura de livros digitais são alternativa para quem lê muito e quer gastar pouco

Leves e compactos, os e-readers possuem telas aprimoradas e recursos diferenciados que fazem com que esses dispositivos ganhem cada vez mais adeptos.

kindle-381242_640Retirar um livro de uma prateleira, folheá-lo e sentir a textura das páginas geram um prazer praticamente insubstituível. Mas, hoje, consumidores ligados às novas tecnologias e têm encontrado outras maneiras de fazer suas leituras. Muitos usufruem do conforto dos livros digitais, os e-books. E isso está comprovado em pesquisas: no ano passado, pelo menos nos Estados Unidos, o faturamento de editoras em lojas online e vendas de e-books foi maior do que o de livrarias físicas, segundo levantamento divulgado pela BookStart.

Em 2013, as vendas virtuais corresponderam a U$ 7,54 bilhões, enquanto a receita vinda do modo tradicional de se vender livros foi de U$ 7,12 bilhões.

Tablets, notebooks, smartphones ou iPads já são possibilidades para quem gosta de ler livros nas telas digitais. Mas outros aparelhos estão disponíveis no mercado para serem usados especificamente para este tipo de leitura: são os chamados e-readers.

{Papo com o autor} Débora Gil Pantaleão, da obra “Se eu tivesse alma”

Olá, caros leitores! É com grande alegria que trazemos mais uma entrevistada na coluna Papo com o autor.

Hoje é dia de Débora Gil Pantaleão, autora da obra “Se eu tivesse alma”.

Confira a entrevista e, no final, informações sobre a obra.

1) Conte um pouco sobre você!

Tenho 25 anos, sou paraibana, nascida em João Pessoa, formada em Letras (Inglês) e atualmente faço mestrado em Letras – ambos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Minha pesquisa é na área de Dramaturgia Irlandesa e filosofia. Sou ovo-lacto-vegetariana (mirando o veganismo), apaixonada por Literatura, Teatro e Cinema.

2) Como surgiu a vontade de escrever? Sempre quis ser escritor (a)?

Escrevo desde criança e desde essa época já queria ser escritora.

3) Qual o último livro que você leu?

O último livro de prosa que li foi o “Ensaios sobre o fim” do paraibano Wilker     França. Atualmente estou lendo “Gato pardo” de Diego de Oliveira, também paraibano.

{Papo com o autor} André Felipe de Lima, da obra “Ídolos – Dicionário dos craques do futebol brasileiro de 1900 aos nossos dias”

Olá, caros leitores! É com grande alegria que trazemos mais um entrevistado na coluna Papo com o autor.

Hoje é dia de André Felipe de Lima, autor da obra “Ídolos – Dicionário dos craques do futebol brasileiro de 1900 aos nossos dias”.

Confira a entrevista e, no final, informações sobre a obra.

1) Conte um pouco de sua história pessoal e profissional.

Sou carioca, 46 anos, bem casado e pai de um filho, hoje com 19 anos. Jornalista há mais de 20 anos, trabalhei como repórter em algumas das principais redações do Rio de Janeiro e também fui assessor de comunicação externa de algumas grandes empresas que mantêm matriz no Rio. Durante dez anos, fui professor universitário. Uma experiência gratificante, porém desafiadora se levarmos em conta o descaso crônico que temos com a educação no país.

2) Você sempre quis ser escritor?

Ler, pesquisar e escrever é algo que me move desde criança. Com cerca de 11 anos, escrevi em um surrado caderno a história do futebol carioca. Era um esboço, naturalmente, infantil e ingênuo, mas foi um começo importante. Um garotinho pesquisando e tentando escrever uma história… isso é muito legal e, como arrisquei-me naquela época, hoje há muitos meninos e meninas que fazem o mesmo, mas sem que alguém os estimule… que pena. Creio que o Dicionário dos craques, sem que eu percebesse, tenha nascido ali, naquele caderno do menino de 11 anos. O curioso é que, na época, mostrei-o para uma professora de língua portuguesa, mas ela não deu a menor bola. Sequer leu algumas linhas. Infelizmente, o caderno se perdeu com os anos, mas o conteúdo e, sobretudo, a perseverança permaneceram vivos.

3) Como surgiu a ideia do livro “Ídolos – Dicionários dos craques do futebol brasileiro”?

Há pouco mais de 10 anos, eu e meu filho, que na época tinha nove anos, jogávamos uma despretensiosa partida de botão. Simplesmente do nada, o garoto vira-se para mim e pergunta: “Pai, quem foi o Dequinha?”. Achei o fato, no mínimo, curioso. Um garoto de nove anos perguntar quem foi Dequinha, um jogador do Flamengo, tricampeão carioca, entre 1953, 54 e 55? Realmente me deixou com a pulga atrás da orelha. Provavelmente meu filho deve ter ouvido o avô falar sobre o Dequinha e resolveu perguntar de quem se tratava.

{Papo com o autor} Milton Cantaris, da obra “Vencendo a dor e o sofrimento”

Olá, caros leitores! É com grande alegria que trazemos mais um entrevistado na coluna Papo com o autor.

Hoje é dia de Milton Cantaris, autor da obra “Vencendo a dor e o sofrimento”.

Confira a entrevista e, no final, informações sobre a obra.

1) Conte um pouco sobre você!

Sou uma pessoa simples, mas com um objetivo de levar minhas experiências ao conhecimento de outras pessoas, ou seja, ajuda-las a nunca desistir de sua caminhada pela vida.

2) Como surgiu a vontade de escrever? Sempre quis ser escritor (a)?

Como passei por momentos difíceis na vida, e sempre vi que muitas pessoas chegam a se desesperar pelos seus problemas, foi aí que surgiu a vontade de escrever para levar uma mensagem de esperança e mostrar que há solução para o problema da vida. Ser escritor era um sonho acalentado por mim.

3) Qual o último livro que você leu?

O nome de Jesus, de Keneth E. Hagin.